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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Críticas ao Blog

Meu caros leitores. Deus em sua infinita sabedoria dotou o ser humano da capacidade de pensar, e ao fazê-lo resolver problemas complexos e mais do isso, processar uma moralidade para seus atos e de outros. Infelizmente alguns jogam essa amorosa capacidade na lata do lixo.

É bem verdade que alguns o fazem por motivos alheios a sua própria vontade e outros por escolha própria, colocam uma canga ideológica e aceitam ser guiados por outros.

Alguns reclamam que não publico comentários (quando são depreciativos e de pura desqualificação minha e de outrem, realmente não o faço); mas para aqueles que reclamam dessa “censura”, segue abaixo o comentário do dito “Luis brasileiro” que é exemplar para demonstrarmos o nível de inteligência existente na troca do argumento pelo insulto, que a blogosfera ostenta.

E por ser exemplar, merece comentários pertinentes.

Segue o comentário dele em trechos e apartes meus:

Fideli meu irmão tu é um sujeito pomposo, estúpido; de pessoas como você o mundo está cheio: escroto, perverso, metido a sabido, puxa-saco, escravo do dinheiro, injusto, incapaz de gesto de generosidade, nem com palavras.

Comento= Não é lindo o inicio do comentário? O post motivador de tão elegante fala foi feito sobre a questão da anistia, que pelos comentários a respeito do voto do relator, a maioria votaria com o relator e depois fiquei até surpreso com dois votos dissidentes. Mas porque os xingamentos? Porque disse que por mim, em uma opinião completamente pessoal, que desconsidera o que determina a lei quanto à prescrição de crimes, a leis da anistia deveria ser efetivamente anulada e toda e qualquer pessoa que tenha cometido atos criminosos que fossem processadas e condenadas, não importando o lado da luta.

O iluminado comentarista por não concordar, entendeu que deveria combater ou debater a opinião e no lugar da construção de um argumento lógico e razoável, optou pela desqualificação pessoal. Essa atitude é costumeira naqueles que não possuem argumentos, mas se baseiam nos chavões ou pior ainda, quando são usados como massa de manobra política. Mais a frente ele demonstra, talvez sem querer, a quem ele está a soldo, achando que eu esteja no campo oposto. Ledo engano do comentarista, fora a perda de tempo do mesmo.

Só desejo que pessoas como você colham o que semearam: os efeitos da concentração de renda deixada pelo capitalismo de Estado praticado pela ditadura, de quem você é um defensor enrustido.

Comento= Seria o caso do inteligente comentarista apontar aonde no post ou mesmo em qualquer dos anteriores existe algo remotamente parecido com a defesa de uma ditadura. Restaria também ao comentarista que explicasse porque a concentração de renda originada pelo capitalismo de estado da ditadura brasileira de então, é diferente para pior, em relação à concentração de renda que existe na China, Cuba e por ai vai. Até porque seria esse qualitativo "pior" que determinaria a razão de amaldiçoar-me com os efeitos nefandos do “capitalismo de estado”e que, diga-se de passagem, é do gosto do atual governo que aparentemente é incorre no gosto do comentarista.

Um dos efeitos da concentração de renda são os crimes contra o patrimônio, roubos (assaltos), extorsão mediante seqüestro, furtos, a distribuição de renda na ponta dos canos das armas, portanto, senhor defensor da ditadura se prepare que sua vez vai chegar.

Comento= O comentarista dá como relação de causa e efeito, os crimes com a concentração de renda do capitalismo de estado citado no trecho anterior.

A concentração de renda, ou seja, uma parcela da população com muito e outra parcela com pouco ou nada resulta em crimes e o sujeito ainda lista esses crimes, como o roubo, extorsão mediante seqüestro, furto e por ai vai. Como pode uma concepção tão desprendida da realidade?

Milhares de pessoas saíram da linha da pobreza e a capacidade de compra das classes mais populares elevou-se, num processo iniciado com o plano Real e multiplicado para milhões no atual governo. Em outras palavras, a continuidade ocorrida no comando da economia e o forte incremento dos planos sociais, sendo o Nordeste um exemplo disso, resultou em uma forte redistribuição de renda. Repetindo, o atual governo com o programa Bolsa-família elevou a renda de milhões de brasileiros e sua aplicação no Nordeste brasileiro é algo elogiado até pelos adversários e críticos.

O comentarista, neste caso poderia nos brindar com uma explicação do porque, embora o Nordeste tenha recebido a maior parte dos investimentos do Bolsa-família apresente aumento no número de crimes de morte nos estados da federação que formam o Nordeste.

Não irá conseguir porque não existe relação real de causa e efeito da pobreza (o nome prático da concentração de renda), com a prática de crimes.

É claro, percebe-se na fala do comentarista, que o mesmo acha que as pessoas aderem ao crime, especialmente os crimes que foram listados, porque sejam ou estão pobres, vítimas portanto, da concentração de renda. Nunca vi tamanha idiotice. Se assim fosse, as favelas seriam formadas apenas de marginais e na verdade a ampla maioria, quase a totalidade da população que mora nas favelas urbanas é formada por pessoas honestas, trabalhadoras, cumpridoras da lei e veja caro comentarista ...pobres, impactados pela concentração de renda.

O argumento do comentarista na mão inversa deveria ser igualmente verdadeiro, ou seja, não deveria haver crimes nem criminosos entre os ricos, os abastados, a classe média. Mas é isso que a realidade demonstra? Os recentes escândalos em Brasília foram cometidos por ricos ou pelos pobres?

Estúpido como só os de sua laia são, você não entende que são os bravos companheiros que fizeram a luta armada tal como Dilma Roussef é que estão criando um ambiente de prosperidade para bostas como você ganharem dinheiro.

Comento= Aqui aparece a motivação do comentarista. Notem que a sanha desqualificadora do sujeito é tão somente para falar da candidata petista. A capacidade de compreensão de texto é tão tosca que no post original trouxe atenção ao nome do Gabeira que participou da luta armada e ele mesmo já afirmou que os que aderiram a ela não estavam a defender a democracia. Queriam na verdade a derrubada da ditadura, um desejo que pode ser legítimo em si mesmo, mas que no lugar se fizesse um governo centralizado no partido. Em outras palavras uma ditadura de esquerda. E se não basta lembrar que não existe um único registro escrito dos mesmos defendendo a democracia, também existe o registro histórico de que os grupos que foram para a luta armada foram treinados por Cuba que não é uma democracia até hoje.

Quanto ao ambiente de prosperidade criado pelos bravos companheiros...basta uma comparação dos planos de governo defendidos pelos partidos de esquerda nas eleições anteriores às vencidas por Lula e como votou esse partido e os demais de esquerda nos governos anteriores e como agiram agora nos mesmos assuntos. Esse comparativo é suficiente para demonstrar uma dicotomia entre a pregação e prática.

Mas esse tipo de comparação que pode ser feita por quem é a favor ou contra o governo, não está ao alcance de quem está a soldo.

A mim, realmente tanto faz, se aquele é assim e este é assado; até porque, a escolha de partidos políticos e candidatos, a meu sentir, é fazer a escolha de um item entre dois ruins.

A explicação acima é apenas para demonstrar que uma pessoa mesmo que seja guiada, não pode prescindir da lógica ao argumentar, porque senão o discurso fica vazio e sem sentido como o texto criado pelo comentarista.


Sua escrotidão com pessoas valentes, livres e incapazes de se ajoelharem tais são os bravos companheiros que fizeram a luta armada me deixou indignado. Gostaria de dar uns tiros de 32 em você, revólver de se atirar em compadres aqui no Nordeste, mas mudei de idéia pois nem uma peixeirada você merece. Cara, tu me dá nojo.

Comento= Os tais bravos companheiros poderiam ter optado pela forma de luta que pessoas, sei lá eu, como Ulisses Guimarães e Tancredo Neves praticaram, sem terem dado um único tiro sequer, matando ou aleijando outros brasileiros, seus próprios irmãos.

Pelo menos é isso que se tira dos livros de história. Isso caro comentarista é questão de gosto e não de fato.

Ou poderiam como a grande maioria da população e alguns em particular fizeram, por terem tocado sua vida, porque como dizia o antigo mestre, “...homem domina homem para seu próprio prejuízo...”. Mas uma vez que o sujeito optou pelo uso das armas, seria o caso de perguntar porque os "bravos" nunca tentaram a invasão de um quartel, daqueles cheios de tanques, do palácio do planalto, ou o seqüestro de um general, ou sei lá, ações contra o regime de fato? Não, os bravos companheiros preferiram assaltar bancos, matar guardas, e pessoas que por azar passavam nas ruas, fora o justiçamento de companheiros que passaram a divergir.

Mas o comentarista ficou indignado porque eu disse que a anistia deveria se, fosse o caso, ser revogada para todos.

E que se note, os perseguidos e vítimas do regime militar foram todos agraciados com indenizações e pensões extremamente generosas. E com razão, diga-se de passagem, porque alguem preso pelo Estado, deveria ter sua segurança física garantida e não ser alvo de tortura física e mental,abusos e ser levado a óbito no caso de alguns.

Mas e os que foram mortos ou feridos por ações dos grupos armados, que também eram ou são brasileiros e na maioria nada tinham a ver o odioso regime militar? - nada receberam até hoje e sobre isso o comentarista não fica indignado.

Leia um pouco mais além dos jargões, meu caro.

O comentarista demonstra seu espírito altamente democrático afirmando que gostaria de me matar com tiros de 32. Embora depois afirme que não o faria, e isso por falta de merecimento de minha parte; a depender da vontade desse sujeito eu deveria estar morto.

Mas não se preocupe, seu IP foi capturado e meu advogado está verificando se vale à pena meter um processo nas fuças de alguém que ameaça de morte outro apenas por ter uma opinião diferente. Mas como já disse, não se preocupe, porque vou considerar a concentração de renda do seu argumento e imaginar que você só me ameaçou porque é pobre...de espírito.

Tu não é um homem, é um verme. Repete a linguagem mais abjeta contra quem não aceitou ser espezinhado pela ditadura sem reagir, tais são os bravos companheiros que fizeram a luta armada. Se você não é um homem, tudo bem aceito, mas seja capaz de um gesto decente: respeite quem é, respeite os bravos camaradas que não se vergaram e enfrentaram a ditadura em seu território, terçando armas.

Comento= Nem dá pra comentar, não é mesmo?

Quem praticou o comunismo (nome que os russos deram ao capitalismo de Estado) no Brasil foram os militares e os de tua laia, a esquerda estava na oposição seu infame analfabeto e escroto.

Comento= Nada explica a verdadeira bizarrice do trecho acima. A ditadura se instaurou pelo receio de uma tomada de poder pela esquerda que apoiava Jango. Nem sei se a limitada capacidade de raciocinar do comentarista permite faze-lo entender, mas o capitalista EUA apoiou a ditadura militar justamente por conta da guerra fria e a classe média apoiou também e o fizeram pelo mesmo motivo, que era o medo do comunismo. É verdade que esse receio era tão tacanho que o livro "O vermelho e o negro “de Stendhal era considerado subversivo porque o nome do livro “...vermelho”lembrava a bandeira da URSS. Ridículo não? Mas assim era aquela época do chamado efeito dominó no enfrentamento EUA/URSS na guerra fria.

É obvio que mentes inteligentes conseguem discernir que o fato de algo ter apoio nào torna esse algo certo, respeitoso e decoroso mas respeitemos as limitações do comentarista.


No fim da ditadura mais de 70% da economia brasileira estava estatizada seu verme, mais estatizada que na Polônia que vivia sob a égide do "socialismo real" seu analfabeto metido a sabido, verme similar de Boilessem.

Comento= Chega a ser curioso o como chamarei, raciocínio, porque se o levarmos a sério, a conclusão de sua lógica é que o regime militar sendo estatista, era comunista e a esquerda estando na oposição, era capitalista, logo ela era a favor da economia privada e de mercado. Só rindo mesmo!

A ditadura militar não era uma, simploriamente falando, ditadura de direita, mas era uma ditadura nacionalista, por isso esse pendor estatizante tão ao gosto do brasileiro médio; que alias persiste até hoje, porque vira e mexe existem movimentos desejando a restatização da VALE, o medo perene da Petrobrás ser privatizada e por aí vai. E isso vem de longe...

Basta lembrar a briga o comeco do século XX e as disputas do governo contra as empresas estrangerias, os tenentes das diversas revoluções dos anos 30, o governo do ditador Getúlio Vargas, com seu estatismo elevado ao nível da arte e o desagrado de Roberto Campos com o governo militar dos anos 70 pelo excessivo poder estatal a comandar o mercado e a economia.

E que se note, sempre houveram eleições, diversos partidos, mobilização popular para esse lado ou aquele, etc e tal...tudo o que um país comunista não possui.

É simples assim!

Viviámos sob um regime de partido único, tudo sendo decido por um colegiado informal de militares; não tínhamos jornal único pois não precisava, os jornais e canais de tv já colaboravam abertamente com a ditadura, inclusive caluniando os resistentes.

Comento= O comentarista deveria voltar aos bancos escolares. Recomendo re-iniciar do ensino fundamental, re-aprendendo a ler. Depois recorra aos livros de história. Não se assuste, mas durante o regime militar, havia o bipartidarismo, com a arena, o partido que ainda hoje existe com outro nome sob a batuta do Maluf que está na base de apoio do governo Lula e havia o MDB, depois PMDB que é da base de qualquer governo desde a redemocratização.

Não havia partido único, embora assim teria sido assim se eventualmente os partidos de esquerda estivessem no poder como é até hoje em Cuba e na China.

Que se note. Não estou eu aqui a fazer a defesa de uma ditadura. Apenas elancando alguns fatos históricos para quem sabe, o comentarista enxergue um pouco além dos chavões ideológicos

Quanto à imprensa, existiu uma coisa chamada censura que impedia a veiculação correta das notícias. Mas para um sujeito que não sabe definir comunismo, que erra feio na citação de fatos recentes da história, não se pode esperar realmente e necessariamente razoabilidade de pensamento.

Diante destes fatos incontestáveis ainda aparece um traste de tua laia para acusar os que combateram a ditadura de serem comunistas e defenderem uma ditadura pior. Aprenda seu burro: quem praticou a as merdas que tu diz que é contra foram os militares, eles foram os bolcheviques daqui seu bosta, analfabeto, cretino, filho de uma égua.

Comento= Restou ao comentarista dar os tais fatos incontestáveis, não é mesmo? Na falta dos mesmos, a repetição de xingamentos e desqualificação, na óbvia tentativa pueril de se achar qualificado ao me desqualificar.

Eu sou o burro? Ai ai...fico no aguardo do comentarista, se puder sair da verdadeira escuridão mental da qual está a soldo, enviar um texto explicativo e baseado em fatos comprovando que não são bobagens e idiotices que repete a exaustão.

Em tempo, eu pergunto ao comentarista: - Se eu sou isso tudo que você diz, qual a sua opinião do ministro Eros Grau, relator da ação que manteve a lei da anistia como está? E dos demais ministros que acompanharam o douto voto do relator?

Consegue responder de forma inteligente sem xingamentos, ou esse é o padrão de comunicação que voce costumeiramente usa na sua família? - É claro, se for pra repetir chavões, defesa de candidatos e xingamentos; não perca seu tempo e não me faça perder o meu.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Críticas

Um leitor postou uma mensagem como anônimo. De certa forma algumas coisas que disse ou pelo menos tentou dizer espelham o que ouço ou leio de alguns.

No caso em questão, ele o "comentarista" escreve após ler o post Igreja e Dinheiro.

Sobre a questão em sí: "... Deixe que as coisas se resolvam por si.. ou que fiquem como estão para que Quem realmente pode solucionar tudo e todos os problemas aja...". Como não sou juiz e nem possuo autoridade para mudar as coisas que estão erradas, obviamente não posso resolve-las, mas esperar que as coisas se resolvam por sí mesmas é uma visão de mundo um tanto contemplativa por demais. Além do quê; quando falamos sobre algo o resultado concreto é entendermos esse algo melhor do que antes. O anônimo aparenta pelo texto acreditar em um ser superior que realmente irá solucionar tudo. Presumo que esse ser superior seja Deus, porque ele grafa o termo "quem" com maiúscula, portanto referindo-se ao Onipotente. Apesar do fato de concordar e compartilhar com o anônimo na crença que Deus irá realmente solucionar tudo em seu devido tempo; não significa que devamos por conta disso viver apartados do significado das coisas e acontecimentos, no mínimo para evitar cair em semelhantes armadilhas e no máximo fugir da possibilidade de ser partícipe ou cumplice de erros quando não crimes.

Sobre minhas postagens: "...Discussões massivas sobre assuntos prá lá de discutidos na mídia são seu principal assunto. Ao invez de discutir sobre assuntos que são irrelevantes...". - A depender da vontade do anônimo deveria escrever sobre chás, talvez sobre estudos comportamentais dos babuinos, porque não, sobre como criar coelhos da índia ou galinhas em apartamentos. Só rindo mesmo! Os blogs se dividem em dois tipos: Aqueles que repercutem e analisam as informações do momento sob um espectro ideológico ou outro e os blogs que repassam platitudes ou coisas pessoais dos donos do blog. Reinaldo Azevedo, Luis Nassif, Ildeber e Gravataí Merengue são exemplos do primeiro tipo. Quanto ao segundo, a web está coalhada de exemplos. Eu prefiro que meu blog se assemelhe aos primeiros citados, justamente para não ser irrelevante.

Quanto a irrelevância citada, sem dúvida, para os seguidores da igreja cujos pastores foram acusados, pode parecer irrelevância citar e analisar o caso. Seria melhor que ninguem falasse nisso. É o mesmo com petistas quando ocorreu o mensalão. Para os crédulos deve realmente ser um pouco angustiante ler que aqueles nos quais se deposita confiança não se monstram tão dignos dela; ou por outro lado é realmente chato ser apontado por fazer algo errado, se é que o leitor me entende.


Agora vem um conselho: "...aproveite seu site pra divulgar seu trabalho e seus projetos que, pelo que me parece, são bons e sérios. Esses comentários sobre assuntos repetitivos e cansativos tiram o foco e a seriedade de seus projetos profissionais...". - O querido leitor se fosse mais atento veria que tenho um site para divulgaçao de meu trabalho. O blog é de análises e opiniões. Faço também clipagem, postando reportagens e notas da imprensa sobre diversos assuntos. Como trabalho com energia, o foco acaba sendo mais nessa área. Mas o blog é de "opiniões", no caso as minhas e "análises", no caso, as minhas e de outros.
Se comentários tem o poder de tirar o foco e a seriedade de alguem; então por uma questão de lógica pura; ações antiéticas quando não criminosas teriam que poder sobre o foco de pastores em assuntos, vá lá espirituais, e a seriedade de sua, como direi, representação dos interesses do "O" Deus na terra? Pois é! para os segundos, o anônimo quer o silêncio obsequioso de todos para que o tempo faça a memória se apagar, mas para mim, um humilde e modesto escriba dos próprios pensamentos devo policiar-me para não ser tragado pelas ondas do insucesso. É mole?

Por fim a advertência de praxe: "...Entenda como uma crítica construtiva e não um insulto.". Uma crítica só é construtiva quando ela demonstra os porques de algo. No caso como não demonstrou que a opinião ou análise publicada estivesse errada; o anônimo expressa apenas e tão somente sua opinião. Respeitado esse seu direito, caberia a pergunta: aonde está a falha dos argumentos?. Porque nesse caso estamos diante de uma mera questão de gosto e não de fatos.

É isso!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Avaliações, escolhas e personagens

Bem vamos lá, começo a escrever e já aviso aos sensiveis, poderá ser longo, mas afinal de contas, me propus ao criar o blog, de tecer "análises" e não apenas clipagem de notícias, embora as faça.

Quando começou a recente briga dos blogs em torno do programa do Roda Viva, de um lado, RA informando que faria parte do programa e Nassif de outro, fazendo a clipagem do anúncio do programa diretamente do site dele com um breve comentário jocoso sobre o equilibrio da bancada escolhida; começou uma operação de desmonte e aparelhamento como poucas vezes se viu e na velocidade que ocorreu. E isso foi tão sério que levou o ombusdman a publicar posts sobre o programa em sí em tres ocasiões diferentes, antes durante e depois do programa. Sobre ele é claro e sobre os efeitos dele na blogosfera.

Quando o programa estava ainda por ocorrer; corri até o site do programa e observei que o programa anterior fora com o ministro de direitos humanos Paulo Vanuchi. E observei pela bancada escolhida que foi uma "conversa amigável" sem contraditórios e tudo mais. Passou em branco por tuodo mundo, até por RA, um crítico contumaz desse ministro.

Em um determinado blog, fui o único a observar isso e fui recriminado por muitos. Repeti a argumentação no blog Imprensa Marrom e recebi de Gravataí acolhida ao comentário. Outros observaram positivamente e concordaram. Resolvi então ir mais fundo na pesquisa e perguntei a Santo Google, protetor dos ignorantes preguiçosos, qual fato ligaria o ministro Vanuchi aos entrevistadores, se é que havia algum.

E o que respondeu o santo? A Lei da Anistia. O ministro defende sua revisão do alto de sua experiência como ex-guerrilheiro e hoje ministro. E os demais, eram intelectuais ligados a movimentos dos direitos humanos e defensores da revisão dessa Lei, para punir os torturadores de então.

Ora, o assunto, a meu ver, é tão importante, que gerou briga entre ministros inclusive, que mereceria um contraponto ou o famoso "contraditório"; já que há aqueles que são contra a revisão da lei como há também aqueles querem que a revisão também seja ampla, geral e irrestrita punindo guerrilheiros, terroristas e marginais que ficaram anistiados pela Lei.

Não foi isso que ocorreu e ninguem, de um lado ou de outro reclamou, mandou centenas de emails para a Cultura, se imolou em praça pública e ah, é claro, nem onbusdman deve ter assistido o programa, por que reclamou do anterior com um maluco que não gosta de televisão e deitou falação contra ela; reclamou deste com o juiz do STF, mas nem um palavra sequer sobre o programa, importante em razão do tema, do ministro Vanuchi.

No dia 16, fiz um post para este blog avaliando o programa e essa diferença de atitudes já que o programa com o ministro dos direitos humanos passou em brancas nuvens com três entrevistadores a favor e o de Gilmar Mendes foi criticado em verso, prosa e jogral. E que se frise, a questão principal das críticas era a bancada "amiga", o ar de "chá da tarde". Ora pra quem se declara lúcido, defensor do certo, lutador do bem, etc, haveriam de se posicionar contra o 'amiguismo" de cada edição e não somente desta, não é mesmo?

Encaminhei um email ao Gravataí Merengue com essa pesquisa e ele publicou essa avaliação e reconheço, de forma mais suscinta e melhor do que eu.

Hoje, RA fez um post lançando mão dos mesmos argumentos. É obvio que ele não me lê, mas com certeza deve ter lido o Imprensa Marrom, porque fomos os únicos a publicar essa avaliação. ou então acabou fazendo mais tardiamente o mesmo caminho que fiz de pesquisar esse assunto, mas enfim, lá estava o argumento, questionando a falta de ação do ombusdman sobre exatamente o mesmo assunto em outra entrevista, imediatamente anterior.

Comentaristas, algunsdeles, resolveram explicar o inesplicável no blog Imprensa Marrom e um deles ao ler o post, o reproduziu como comentário no blog do Nassif que gerou também algumas dessas "explicações".

Basicamente qual? que o ministro Vanuchi não é conhecido, já o ministro do STF sim. Conclusão, o primeiro por ser "desconhecido" podia ter uma claque e não entrevistadores e o segundo, deveria ter debatedores, não, na verdade inquisidores. que o primeiro não está envolvido em nenhum disputa séria pública e o segundo, age claramente a soldo de Dantas.

Dá pra entender essas explicações? Pois é!

Nassif agora publica trechos de artigos do ombudsman, reverberando-os pela blogosfera e RA faz o mesmo destruindo os argumentos com balas de uranio empobrecido.

E aí? Quem gosta de RA vocifera contra os outros e os que gostam de Nassif rosnam contra RA. Nada mudou. Gilmar Mendes não ficou menos inocente na visão de uns e continua satânico na visão de outros.

Mas porque o 'pega pra capar com foice no escuro" dos blogs e das suas, digamos assim, mílicias; na entrevista do juiz do STF? Porque ele concedeu os HCs para Daniel Dantas, porque criticou o juiz de primeira instância Sanctis, que seria uma espécie da "cavaleiro da távola redonda" e inventou a gravação de sua conversa para desmoralizar o delegado, a estrela vesper do PSOL.

Luiz Nassif ataca sem dó o ministro Gilmar Mendes e entende que ao faze-lo, combate Daniel Dantas e nisso, aparentemente lidera seu exército de brancaleone, formado por Mino Carta e Paulo Henrique Amorim e outros blogueiros.

RA, na sua visão ortodoxa das coisas, que convenhamos não possui demérito algum em sí, defende Gilmar Mendes, ataca ações de juizes de primeira instância, embora não se prive de criticar o STF com0 fez com o caso das células tronco embrionárias e o caso da reserva índigêna Raposa-Serra do Sol.

Mas no âmago de tudo, está a revista VEJA e Daniel Dantas. As pessoas julgam a partir das ações a intenção, mais do que isso a motivação delas. Só isso explica como e porque, outro ministro do STF, Marco Aurélio de Mello foi criticado sem dó nem piedade por comentaristas de Nassif, sendo citado como errático e que sempre é voz unitária e vencida nos julgamentos, foi incensado a posição de único juiz do STF, porque como sempre na verdade, julgou de forma unitária e foi voz vencida no julgamento de mérito da concessão de HCs a Daniel Dantas. Os outros foram reduzidos a pó. Curiosamente, os mesmos como direi, comentaristas silenciaram quando o mesmo ministro votou isoladamente e foi voz solitária contra o processo de um juiz do Superior tribunal de Justiça e agora paralisou o julgamento de Raposa-Serra do Sol pedindo vista de processo e que, diz a experiência, deverá abrir dissidência em seu voto.

É o que dá comentar e opinar a partir da ideologia, da visão militante. Quando se prejulga a motivação para uma determinada ação.

Claro, isso tudo é uma opinião, mas acho e isso é achismo puro que certas coisas deveriam ser ficar muito mais as claras.

RA é violento em palavras, não mede o que escreve, baixa o porrete sem dó? É! ele faz tudo isso. Passou a faze-lo depois que seu blog ficou hospedado na VEJA? Não! Antes ele já era assim. Então pode-se reclamar do método mas não se pode afirmar, salvo se alguem tiver a gravação da conversa ou o recibo, que ele age assim porque os "mafiosos" da VEJA pediram. É possivel discordar dele? Sim, eu mesmo já discordei, apresentando argumentos e ele publicou o comentário e que fique claro, não uso a liberdade que o blogger concede de publicar anônimo. Tá lá meu nome e foto por causa do blog. Mas existem aqueles que usam do "anônimo".

E Nassif, que se coloca em uma guerra santa contra a VEJA, logo contra RA? Seu blog não permite "anônimos", mas os nicknames e emails que você precisa informar podem ser inventados. Qual a diferença então, de publicar comentários anônimos e publicar comentários com niknames e emails falsos? No meu entendimento, nenhuma. Mas como clava de guerra na internet, o primeiro inventa o segundo não e vice-versa.

Vira e mexe, Nassif é acusado de "roubar" dinheiro público. Na verdade empréstimos do BNDES para sua empresa, que geraram ação judicial de cobrança e houve acordo em juizo. Informa-se que na negociação houve descontos que normalmente ninguem consegue. Bem bastaria a Nassif, tão zeloso de apresentar "provas" de maldades da VEJA, apresentar os acordos que tem com o BNDES e pronto, ficaria tudo restrito a maledicência. Mas fora algumas explicações ele não o faz e nisso tudo apenas uma coisa me chama a atenção, que é a falta de uma crítica por menor que seja de alguma ação do BNDES. Até mesmo a liberação de um financiamento de fusão, que ainda naquele momento era proibida por ele, mereçeu silêncio dele. Já sobre o Banco Central, sai de baixo. O presidente do BC não pode soltar um suspiro que Nassif publica uma crítica. Até o histrionismo do Presidente Lula quando usa o improviso e disse que a crise era uma 'marolinha", Nassif colocou na conta do BC. Sei lá, não quero aqui ficar julgando motivações de Nassif para esse tipo de cobertura, mas tenho minhas reservas quanto a esse assunto em sí.

Enfim, as avaliações de um mesmo assunto são inesgotáveis, as escolhas a partir delas, podem ser ou não conscientes mas nunca poderão ser isentas de responsabilização e por fim, geram a criação de personagens para sustenta-las.

PS: Pô! PS num texto tão longo? É rápido.

O ombusdman da TV Cultura escreveu hoje que a quantidade de emails a favor e contra o programa de entrevista com o ministro Gilmar Mendes foi "...25 vezes maior do que a média diária que este ombudsman vem recebendo desde agosto passado, quando esta coluna entrou no ar. A audiência do programa com o presidente do STF ficou, no entanto, dentro da média histórica do Roda Viva...". Na boa! Sabem o que significa? que a maioria dos que mandaram emails não assistiram o programa mas se basearam apenas no que seus generais escreveram. É ou não é patrulhamento, instrumentalização e aparelhamento? É ou não é efeito manada?

E Nassif não pode negar isso. Se ele já publicou posts afirmando que seu blog mendiante suas postagens detonou uma "acordo do governo com VEJA" e fez o presidente Lula fazer declarações a favor do delegado afastado Paulo Lacerda, que havia recebido um post de louvor com orações do próprio Nassif, porque seu blog não seria capaz de pressionar um mero programa de entrevistas. Porque a citação a Nassif no final do artigo do onbusdman que critica a atuação de RA? De duas, uma, ou ficou clara e patente o generalato e o ombusdman quiz demonstrar isso ou, agora uma teoria da conspiração, fez isso, porque sendo simpáticos à mesma idéia, fez a citação para mostrar que Nassif nada tinha a ver com isso. Mas que seu blog teve, isso teve, pelo que se percebe dos cometários publicados.

Acabou!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

PS Necessário e Divagações Opcionais

Sei bem que peso a mão quando respondo as desqualificações.

Alguns, melhor dizendo, muitos, diante da absoluta falta de argumentação minimamente lógica que contradiga minhas análises e opiniões que não são, por óbvio, geniais; usam da desqualificação pura e simples.

Mas o que é desqualificação, na minha opinião? É qualquer coisa baseada na premissa que estou errado por decorrência de um arranjo da natureza ou porque o comentarista assim deseja, ou por puro e simples preconceito.

Por exemplo: Escrevi um post crítico a situação da Petrobrás e a desculpa que a tomada de empréstimos foi o pagamento de impostos.

Pois bem, um economista registrou um elogio aos posts. Alguem discordou do que alí foi dito? Sim. Argumentaram com base nesse fato ou naquela evidência que a análise em questão estava errada? Não. Um deles escreveu que os posts eram perda de tempo e que eu era um desocupado. Outro coloca como questão de ordem a aparência física. Outro questiona a honestidade porque todo "empresário" é corrupto, ou que sou um vendido a interesses escusos, "direitista de m..." e por aí vai.

E esses "lúcidos" comentáristas acham que tenho a obrigação de publicar esse tipo de lixo. Porque? Por que tenho um blog na internet e isso lhes dá o direito de me bater por bater. Claro, quando respondo ao fogo, aí reclamam das "grosserias"; como se eles fossem educados.

Fazer o quê?

Mal e porcamente comparando deveria repetir o exemplo do Mestre pedindo a Deus que conceda perdão por não saberem o que fazem, conclusão, por serem ignorantes?

Claro, mas não sem antes vesgastar-lhes os lombos para quem sabe um dia começem a trilhar o caminho do "bem" e passem a "pensar". Até lá, todas as vezes que entrarem na minha casa pra xingar, o pau lhes cantará no lombo.

Existe milhares de pessoas maiores e melhores do que eu. Assim como existem outros milhares similares e outro tanto piores. Os desqualificadores encontram-se na terceira posição por uma questão de genética ou por gosto mesmo, tanto faz.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Chuta o meu traseiro? - Pois não!

Eu não digo? A turminha vem aqui pede que seu traseiro seja devidamente chutado e quando é feito aquilo que pedem ficam de beiçinho.

Tenho um blog. Logo no começo recebi alguns comentários críticos de amigos pessoais dizendo que eram muito longos. Como ainda não dominava direito a ferramenta, acabei apagando esses comentários, mas fiz um post sobre isso. Certo leitor, o Flávio, reclamou com razão em dois posts diferentes, pedindo análises mais profundas. Publiquei os comentários e tentei fazer o que ele pedia. Claro, os elogiosos são publicados e fartamente agradecidos.

Existe uma verdadeira legião, no entanto, que usando da liberdade que o blogger concede de postar comentários como "anônimos", que criticam não as idéias, posto que não argumentam de forma sólida contra elas mas desqualificam o escritor, eu no caso. Querem que esses, como chamarei, comentários, sejam publicados, sei lá, para talvez mostrar para outros membros da mesma manada que ele bateu, falou isso e aquilo e o blogueiro publicou.

Aqui não!.

A internet é democrática e por isso qualquer um pode ter um blog, um site, etc. Mas aqui, entra quem é convidado. E se esse convidado entra cuspindo no chão, pondo os pés sujos na mesa e chutando o cachorrinho da família, é expulso a pontapés.

Críticas inteligentes e argumentos contrários a qualquer opinião ou análise serão publicadas porque mesmo que eu pessoalmente não concorde, acaba enriquecendo o debate. Pura e simples desqualificação não.

Aparentemente um dos mesmos manés que desqualificou meus posts e foi objeto de "resposta" em post recente, respondeu em outra tentativa débil de entrar com os pés sujos na minha casa, que "quando se coloca um blog na rede, se está exposto não só a opiniões favoráveis, mas também as que discordam de você ou do que você escreve. Deveria deixar os comentários que discordem de você aparecerem também. .." E por aí seguem as sandices.

O "crítico de blogs" acha que quando alguem se expôe na rede, deve aceitar pacíficamente que seja esbofeteado. Ele vai um pouco mais longe e demonstra a confusão mental de seu argumento, quando afirma que eu deveria "...publicar comentários que discordam de você ou do que você escreve..." Como é? Quando muito pode-se discordar do que se escreve. Discordância porque? Por conta disso, daquilo, desse fator, etc. Mas discordar do escritor? Sinto muito!

Os leitores conceituados deste blog já perceberam que as críticas bem escritas e fundamentadas são aceitas e me ajudam a escrever, como citei acima. Acho que não preciso desenhar, preciso?

Por fim, o sujeito acha que devo gastar o tempo que produzo os textos com algo mais saudável. Poderia aqui elocubrar o que o anônimo pensa ser saudável, mas vamos em frente.

Decerto o tempo que levo escrevendo é muito menor que o tempo que alguns levam para ler. Sabe como é, né? O cérebro cria argumentações, digito com os 10 dedos das mãos e não dos pés e alguns para ler, precisam juntar as letras, para formar silabas para então o cérebro detectar a similaridade com algo visto no passado distante, com aquelas palavras. Para compreender os significados e nuances da lingua, coitados, vai um tempo enorme.

Entende-se a agonia que sentem com o tamanho dos textos. Recomendo que não se martirizem e simplesmente não leiam.

Se escreverem críticas mínimamente argumentativas contra opiniões e análises, não se preocupem, postem e serão publicadas.

Agora críticas a mim, desqualificação pura e simples, vão plantar batatas.

Pedem que lhes chute o traseiro? Pois não!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

há tantos deles, que realmente devem derivar prazer de sê-los.

Um certo idiota, supostamente do ramo do homo sapiens, já que pelo teor do comentário isso só fica ereto nas patas traseiras quando quer fazer gracinhas, já que não pode abanar o rabo; tentou escrever um comentário criticando o post sobre a crise e os efeitos no Brasil.

Disse que o que escrevi estava nos telejornais. Que eu deveria ser original e por fim mudar meus conceitos. Logo, se tentasse colocar em prática esses, como chamarei, conselhos; eu deveria escrever coisas que absolutamente não ocorressem a nenhum outro veiculo; deveria avaliar as coisas de um ponto de vista completamente único e por fim que pensasse diferente.

Na prática então, o post deveria mostrar que diferentemente do que dizem os fatos, as empresas não estão demitindo, a Petrobrás não teve problema de caixa, o presidente faz discursos desmotivadores e não diz sandices. Claro, devo ser original na análise. talvez criando uma teoria conspiratória do tipo "tudo culpa do neoliberalismo que preparou a cama para Barack Obama e atingiu sem querer os outros paises". Por fim mudo meus conceitos e passo a comer grama e capim plácidamente como o comentarista anônimo, alheio ao mundo real a sua volta.

Como não rasgo dinheiro, não como côcô e não bebo agua de fossa, talvez a exemplo do que fazem certos comemtaristas; eu faria o que isso (no caso o comentarista), me pede. Como, obviamente me recuso a ser tão tolo, o coitadinho precisa se contentar a continuar pastando sozinho.

Sozinho? quem dera...

Realmente, ser um rematado idiota deve dar algum prazer, porque como explicar a ocorrência de tantos?

sábado, 27 de setembro de 2008

O que dizer a outros idiotas anônimos?

Em quase todas as profissões, após atingirem um grau de expêriencia e conhecimento a tal ponto grandes que tornem o profissional digno de crédito; ele passa a ser ouvido com atenção pelos pares e demais membros da sociedade nos assuntos que ele domina.

Curiosamente, foge da regra acima, a classe dos críticos de cinema que praticamente na sua totalidade, não obtiveram sucesso como atores ou diretores; embora sejam críticos das atuações dos outros.

Devo acrescentar à lista de excessões a regra inicialmente levantada, os críticos de blogs.

A) Se cito Reinaldo Azevedo é por que sou um direitista emperdenido, seja lá o que isso queira dizer;
B) Se elogio um post de Mainardi é porque, se não sou desejo ser, remunerado por Daniel Dantas;
C) Se avalio a posição do estado brasileiro frente as chicanas e manhas dos hermanos latino-americanos é porque sou vendido a interesses americanos;
D) Se faço uma superficial avaliação de que a visão americana ainda é conservadora o suficiente para não eleger o Sr. Barack Obama é porque sou favorável a guerra do Iraque e a George Bush, como se ele dependesse de meu aval para fazer alguma coisa;
E) Se critico posts de Luis Nassif em especial na questão BrtOi, a razão por traz da investigação Satiagraha; é porque sou contra o país;

E assim por diante,

Até o presente momento, de várias críticas recebidas, na totalidade fazendo uso da permissão do blogger para o anonimato; nenhuma rebateu os argumentos com outros argumentos, abalizados ou não, que permitissem uma debate inteligente dos assuntos. Todos foram desqualificações do emissor das idéias, no caso eu, e do que supostamente sou na cabeça dessa, como direi, gente.

Teve um que reclamou de que postei respostas a um crítico sem no entanto tê-las publicado, atitude segundo ele, covarde e nada democrática.

É curioso! Todos sabem que existem centenas de meios pagos e gratuitos para criar blogs, páginas pessoais, portais na internet, etc; mas ao invez de cria-las para publicarem sua, como dizer sem ofender os que realmente possuem, visão das coisas; querem que eu publique ofensas, chacotas e vitupérios que não engrandecem o debate mas apenas desqualificam o oponente.

De duas, uma: Ou não possuem talento e qualificação para escrever, va lá, não possuem razoavel grau de alfabetismo para tanto; o que os impede de argumentar de igual pra igual me impedindo de publicar bobagens; ou pensam possuir tais qualidades mas não me consideram bom o suficiente para usa-las comigo; o que os impede de argumentar de igual pra igual me impedindo de publicar bobagens.

As críticas, posições antagônicas e negação dos argumentos postados serão sempre bem vindos desde que sejam argumentos e não desqualificações e xingamentos. Pode até ser com ironia, desde que sejam argumentos.

Só pra deixar claro: Argumento é o resultado de análise e raciocinio, certo?

Para os que quiserem seguir na mesma toada, faço minhas as palavras de Reinaldo Azevedo: "Se você relincha, não entre no blog. Se entrar no blog, não relinche".

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O que dizer a um idiota anônimo?

Um bípede não emplumado supostamente de um ramo primata do homo sapiens resolveu comentar em meu blog a título de "crítica construtiva" e "sem ofender".

Em resumo, o bípede escreveu que: 1) Não tenho o que fazer já que postei artigos sobre uma "viajem" ao Rio, considerada por ele "tosca"; 2) deveria escrever pouco ou postagens menores porque ele se cansa de ler os "bla bla blas" e por fim; 3) aconselha a mim uma mudança de ramo por me considerar parecido com um ator americano que chamou por "Deni de Vito".

O que dizer para um perfeito idiota que aproveita a liberdade do anônimato que o bloger concede? Responder (sem querer ofender já que trata-se de uma réplica construtiva), para quem sabe, um dia em futuro ainda distante, ele possa começar a pensar e ao faze-lo, evolua para uma forma viva mais, como direi, inteligente.

1) Um blog é um projeto pessoal do autor, uma espécie de diário. Diário esse que expoê aquilo que normalmente se conversa com e entre amigos. No caso, a viagem ao Rio de Janeiro a trabalho e as impressões da cidade do ponto de vista de alguem que nunca havia visitado aquela cidade. Se o oposto de "tosca" é "maravilhosa", fica-se a se imaginar o que seria uma viagem maravilhosa para o idiota anônimo. Mas em conclusão, a motivação dos posts é obviamente uma decisão do autor e não da pláteia, ainda mais se ela for do tipo ruidosa e ignorante como o "crítico construtivo".

2) No início do blog fiz um post sobre ser prolixo, bem sei disso; entretanto o coitado do idiota anônimo por ter muito o que fazer acha por demais ler as postagens. Talvez eu pudesse resumi-los a três frases? A partir daí é possivel notar que o coitado do idiota anônimo não lê livros, apenas seus condensados...opa...nem isso, já que a moda deles caiu em desuso. O que será que o sujeito lê? pode ser que o pedido de poucas sentenças seja pela dificuldade de ler, juntar letras e formar sílabas...entender o texto então...deve dar preguiça, tadinho!!!

3) Mudar de ramo, porque? Sou feliz no que faço e com a minha empresa. Ser parecido com o ator americano? Pode ser, embora ele com certeza tenha uma conta bancaria mais recheada e a calvice mais acentuada, mas fazer o quê? Cada um deve ganhar dinheiro com seu próprio talento e capacidade. Eu ganho o meu no setor de energia e o idiota anônimo, ganha como?

Por fim, para alguem que se dedica a fazer críticas construtivas sobre textos dos outros, sugiro que aprenda ao menos a escrever ou usar corretamente o Ctrl V e C.

A) Não é viajem com j mas com g. Viagem (substantivo) e Viajem (verbo). Viagem ao Rio / Viajar para o Rio. O idiota anônimo referiu-se a viagem como substantivo, logo escreve-se com g. Entendeu ou precisa desenhar?

B) Quanto ao ator americano é Danny de Vito e não Deni de Vito. Até para fazer gracejo é necessário respeitar a grafia e a lingua. Um dia quem sabe, o idiota anônimo aprende.

Poxa vida, peço desculpas ao idiota anônimo. A resposta ficou maior que três frases.