Nassif reclama tecendo críticas contra a revistaVEJA que em uma semana elogia o ministro da justiça e na semana seguinte tece críticas ao mesmo pelo mesmo assunto; o caso do italiano assassino que recebeu o status de "refugiado político". Ou seja, ele que postou um comentário que não tinha ainda um juizo de opinião sobre o caso mas publicou o artigo de lavra de sua irmã defendendo a concessão do status depois de ter-se "aprofundado" na leitura da autobiografia do marginal condenado. A VEJA passa a semana entrevistando autoridades e envolvidos no caso, lê o processo, avalia o dito pelo bandidão e volta atrás no elogio determinando que os motivos dados pelo ministro não se justificam. O que faz Nassif? reclama dessa mudança de postura e faz alusões a ataques ao governo por conta do "satiagraha", já que a revista não deu matéria sobre o congelamento de contas do banco de Daniel Dantas no exterior.
Num raro caso de excepcional confluência dos astros, Mino Carta, Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo são contra a decisão do ministro e todos batem forte na decisão. A grande maioria no entanto faz loas ao ministro e ao governo que demonstraram "independência".
Enquanto isso a Espanha que esta semana novamente tratou brasileiros que viajaram ao país em férias e a trabalho como bandidos, prendendo-os e deportando-os. Sabem qual foi a reação do ministro da justiça? Nenhuma. Do Itamaraty? Nenhuma. Algum comentário do presidente que dá pitaco até na questão palestina? sequer um murmúrio.
Agora, porque o governo italiano reclamou da decisão, ressurge o espírito do vira-lata. Sabe aquele cachorro de rua que corre latindo e rosnando atrás dos carros porque se incomoda com o barulho, mas basta o carro parar para sair correndo? Pois é.
A decisão do Brasil é soberana e tem que ser respeitada, reclamam o presidente, o ministro, e a legião que infesta a internet que não sabe reconhecer a diferença de um nabo de um chuchu.
Sei lá, tivesse o ministro Berlusconi aquilo roxo; mandaria um comando assim que o cidadão fosse libertado e levava para a Itália. Aí sim e somente aí, o Brasil teria o direito e razão de reclamar de desrespeito a sua soberania. Mas reclamar de uma decisão e usar os canais competentes para isso não é desrespeitar a soberania. Quem desrespeitou a soberania de alguem, foi o ministro da justiça que ao querer justificar o injustificável, atacou os poderes constituidos italianos como se fossem formados pela Camorra e pela Cosa Nostra.
Se a Itália realmente levar a sério o sentimento de sua população; o Brasil por conta dessa bravata do ministro da justiça, apoiado pelo presidente vai amargar uma série de desaforos e não poderá recorrer a ninguem.
Imaginem a Itália que preside esse ano o G8 chamando a Índia e a China para suas reuniões mas deixando de lado o Brasil? Atrapalhando as negociações do MercoSul como a Comunidade Europeía? Convocando embaixadores?
Pois é! Era o momento de mostrar verdadeira grandeza e mostrar que é um país sério, deportando o bandidão; mas preferiu outra coisa.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Uma questão simples de bandidos e vigaristas
A manada em polvorosa; bateu palminha, uivou e sapateou a grama com a notícia que fundos do banco de daniel Dantas foram bloqueados e congelados. Até aí tem mais é que serem mesmos, posta a dúvida mais do que razoável que haja ilicitudes nesses fundos.
A mesma manada no entanto age do mesmo jeito com a decisão estapáfurdia do governo brasileiro de dar guarida a um assassino que se arvora em perseguido político.
A leitura de postagens em blogs e comentários sobre o assunto chega a dar náuseas.
O bandido direta e indiretamente está ligado a quatro assassinatos. 2 eram policiais e os outros 2 eram comerciantes que resistiram a "expropriação" de bens que esse monturo humano arquitetou fazer.
Preso, fugiu para a frança. Julgado e condenado; o "coitadinho" apelou para tribunais europeus que são extremamente profissionais. Esses negaram provimento e não enxergaram a tal da perseguição política.
O sem vergonha foge para o Brasil. É preso mas ovacionado em festa pela manada.
E dá-lhe desinformação. Alguns jornalistas resolvem se debruçar sobre o tema e analisam detidamente o...(pensaram que ia dizer o processo? Pois é, desse passam longe), o livro autobiográfico desse bandido que declara para surpresa de todos que é...inocente.
Vejam vocês!!
Malvado era o governa socialista de então!
Aí vem o ministro da justiça, famoso por seus poemas, como direi romântico-eróticos de auto-gratificação sensual e concede asilo político ao assassino desconsiderando rigorosamente todas as instâncias européias e brasileirasque haviam sido provocadas pelo marginal até então e dotado, sei lá, da verdade revelada, teceu um relatório concedendo o status de refugiado político e fazendo críticas ao restado italiano de então e de agora como se estivesse comentando uma partida de futebol e o juiz fosse um ladrão.
E como deve reagir a Itália? Quieta, porque o Brasil é soberano. Não gostou? declarem guerra, carcamanos!
É de dar pena!
Fico imaginando a mesma situação se por exemplo, um desses acusados de serem torturadores na Argentina, Chile, etc fossem acusados e fugissem para o Brasil pedindo asilo político. Haveria essa gritaria toda, leitura de livro autobiográfico, etc?
Tenho certeza que seria posto pra fora a pontapés e a manada continuaria batendo palminhas.
E o mais curioso dessa gente, é que os seus herois Mino Carta e um de seus colunistas Maierovithc (sic), sempre incensados, são agora alvo da agressão verbal de blogueiros e comentaristas porque são contra o bandido e sua permanencia. Deixaram de ser heróis. Vejam vocês.
É quando a militância ideológica cruza com a ignorância (da falta de leitura) e a burrice (a incapacidade de entender as coisas), gera esse tipo de coisa.
Seria até engraçada, se não fosse muito, mas muito triste.
A mesma manada no entanto age do mesmo jeito com a decisão estapáfurdia do governo brasileiro de dar guarida a um assassino que se arvora em perseguido político.
A leitura de postagens em blogs e comentários sobre o assunto chega a dar náuseas.
O bandido direta e indiretamente está ligado a quatro assassinatos. 2 eram policiais e os outros 2 eram comerciantes que resistiram a "expropriação" de bens que esse monturo humano arquitetou fazer.
Preso, fugiu para a frança. Julgado e condenado; o "coitadinho" apelou para tribunais europeus que são extremamente profissionais. Esses negaram provimento e não enxergaram a tal da perseguição política.
O sem vergonha foge para o Brasil. É preso mas ovacionado em festa pela manada.
E dá-lhe desinformação. Alguns jornalistas resolvem se debruçar sobre o tema e analisam detidamente o...(pensaram que ia dizer o processo? Pois é, desse passam longe), o livro autobiográfico desse bandido que declara para surpresa de todos que é...inocente.
Vejam vocês!!
Malvado era o governa socialista de então!
Aí vem o ministro da justiça, famoso por seus poemas, como direi romântico-eróticos de auto-gratificação sensual e concede asilo político ao assassino desconsiderando rigorosamente todas as instâncias européias e brasileirasque haviam sido provocadas pelo marginal até então e dotado, sei lá, da verdade revelada, teceu um relatório concedendo o status de refugiado político e fazendo críticas ao restado italiano de então e de agora como se estivesse comentando uma partida de futebol e o juiz fosse um ladrão.
E como deve reagir a Itália? Quieta, porque o Brasil é soberano. Não gostou? declarem guerra, carcamanos!
É de dar pena!
Fico imaginando a mesma situação se por exemplo, um desses acusados de serem torturadores na Argentina, Chile, etc fossem acusados e fugissem para o Brasil pedindo asilo político. Haveria essa gritaria toda, leitura de livro autobiográfico, etc?
Tenho certeza que seria posto pra fora a pontapés e a manada continuaria batendo palminhas.
E o mais curioso dessa gente, é que os seus herois Mino Carta e um de seus colunistas Maierovithc (sic), sempre incensados, são agora alvo da agressão verbal de blogueiros e comentaristas porque são contra o bandido e sua permanencia. Deixaram de ser heróis. Vejam vocês.
É quando a militância ideológica cruza com a ignorância (da falta de leitura) e a burrice (a incapacidade de entender as coisas), gera esse tipo de coisa.
Seria até engraçada, se não fosse muito, mas muito triste.
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