Fonte = Reuters
Uma nova propaganda do McDonald's com o personagem gaulês de HQs Asterix comendo hambúrguer e batata frita causou indignação entre puristas do quadrinho francês, que consideraram o anúncio um insulto contra o patrimônio nacional.
O outdoor mostra o valente gaulês e seus amigos comemorando seu tradicional banquete na rede de fast-food -- com o bardo Chatotorix, como sempre, amarrado a uma árvore ao lado de fora.
"Meu herói de infância sacrificado como um porco selvagem! O que vem depois? Tintin comendo no Subway?", escreveu um blogueiro com o apelido de "sirchmallow". "Que irônico, o invencível gaulês fazendo propaganda para os invasores", disse outro comentário enfurecido no Twitter.
O anúncio é um de três criados pela agência de publicidade Euro RSCG para a campanha do McDonald's "Venha como você for",
Cinderela e vilão de 'Pânico':
Os outros usaram a Cinderela chegando ao "drive-thru" do McDonald's em uma abóbora, e o personagem com máscara de fantasma de "Pânico" comendo um Big Mac.
O McDonald's tem sido alvo frequente do sentimento anti-americano na França, e tem sido visto por muitos como símbolo da ameaça à cultura e culinária francesas imposta pela globalização e a junk food.
Em 1999, manifestantes contra a globalização liderados por José Bové destruíram um restaurante do McDonald's no sudoeste da França e despejaram o entulho do lado de fora da prefeitura da cidade.
Simbolo de rebeldia
Enquanto isso, Asterix, cujas corajosas aventuras lutando contra invasores romanos apareceram impressas pela primeira vez em 1959, é frequentemente visto como um símbolo do espírito rebelde francês.
Junto com seu companheiro Obelix, ele continua sendo um dos personagens de quadrinhos mais queridos da França. Seus livros já venderam cerca de 325 milhões de cópias pelo mundo.
Essa não é a primeira vez, no entanto, que o Asterix foi submetido às forças do capitalismo. Em 2001, o McDonald's o contratou para substituir Ronald McDonald em sua campanha de marketing, na época de lançamento do filme Asterix e Cleópatra.
Comento:
Quem leu as aventuras de Asterix, diverte-se com um humor inteligente que vai além do desenho. Em uma das aventuras, a aldeia é apresentada ao rock and roll no lugar da música regional e não lembro de ninguem querer jogar os autores aos leões.
E o velho anti-americanismo tosco levado ao estado da arte. E daí que os unicos gauleses livres estavam comemorando no MC? Isso demonstra tão somente a imortalidade dos personagens e seu uso, pode ser um orgulho, porque seria o caso de perguntar porque o MC não adota o mesmo critério em outros paises, como os personagens de Maurício de Souza no Brasil, Mafalda na Argentina e mangas no Japão?
Enfim, o velho chilique francês de sempre...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Comboio do Inferno
. . .Existe algo calamitoso que tenho visto debaixo do sol, como quando há um engano que se propaga por causa de quem está em poder...A estultícia tem sido posta em muitas posições elevadas..." - Eclesiastes 10:5-6
O escrito acima, de uma fonte antiga e ao mesmo tempo atual, e que é um dos principios deste blog tem uma constatação acima de qualquer dúvida nesse chamado período eleitoral.
Sem entrar no campo político-partidário em si; é interessante observar como a população é tratada como se fosse formada inteiramente por índios, doentes mentais ou crianças; ou seja, inimputáveis e por assim serem, sem a capacidade de cuidar de si mesmo. É um tal de mãe disso, pai daquilo e a mensagem é clara: Não está a se escolher representantes mas alguem como tutor e guardião de pátrio poder a exemplo das sociedades patriarcais e matriarcais do passado.
E não é demais lembrar que o ultimo tido como pai dos pobres no Brasil era de fato um ditador, Getúlio Vargas e na Argentina, a mãe dos pobres emcobria o inicio de um fenômeno chamado peronismo, cujos filhotes levaram o pais hermano a quebradeira mais de uma vez.
E ontem, iniciou-se aquele show de horrores, um verdadeiro comboio do inferno mostrando os como direi, postulantes a cargos publicos. "Vote no tiririca, pior que está não fica"...clones a não mais poder do quase personagem Éneas...gente envolvida nos escandalos dos ultimos 10 anos dizendo-se preocpados com os caminhos da nação...
Olha...é de doer...embora o antigo sábio já advertisse de antemão.
O escrito acima, de uma fonte antiga e ao mesmo tempo atual, e que é um dos principios deste blog tem uma constatação acima de qualquer dúvida nesse chamado período eleitoral.
Sem entrar no campo político-partidário em si; é interessante observar como a população é tratada como se fosse formada inteiramente por índios, doentes mentais ou crianças; ou seja, inimputáveis e por assim serem, sem a capacidade de cuidar de si mesmo. É um tal de mãe disso, pai daquilo e a mensagem é clara: Não está a se escolher representantes mas alguem como tutor e guardião de pátrio poder a exemplo das sociedades patriarcais e matriarcais do passado.
E não é demais lembrar que o ultimo tido como pai dos pobres no Brasil era de fato um ditador, Getúlio Vargas e na Argentina, a mãe dos pobres emcobria o inicio de um fenômeno chamado peronismo, cujos filhotes levaram o pais hermano a quebradeira mais de uma vez.
E ontem, iniciou-se aquele show de horrores, um verdadeiro comboio do inferno mostrando os como direi, postulantes a cargos publicos. "Vote no tiririca, pior que está não fica"...clones a não mais poder do quase personagem Éneas...gente envolvida nos escandalos dos ultimos 10 anos dizendo-se preocpados com os caminhos da nação...
Olha...é de doer...embora o antigo sábio já advertisse de antemão.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
As indenizações sob reavaliação
Sem entrar no mérito político da questão, entendo que a decisão do TCU de rever prêmios e indenizações dadas a brasileiros considerados perseguidos políticos pela ditadura militar é correta.
Se as indenizações são uma obrigação do estado e o estado sustenta seus gastos com dinheiro que se origina obrigatoriamente dos impostos que a população paga, é justo e correto que esses gastos sejam amparados pela lisura e embasados na lei. Logo, qualquer decisão que seja minimamente ao largo dessas duas caracteristicas deve ser revista; e não se trata de "revanchismo" ou coisa similar, mas existem decisões realmente grotescas.
Alguns jornalistas ligados ao Pasquim por exemplo, demonstram isso. Indenizaçõs quase milionárias porque foram presos por cerca de dois meses. Documentários e intrevistas deles, comprovam que não sofreram violência física, e o Pasquim, jornal que manteve-se o tempo todo contra a ditadura usando principalmente o humor, modificou a forma de a notícia ser apresentada. Qual o motivo para indenizações quase milionárias e pensões vitálicias? E se fosse considerado que esse mesmo veiculo noticioso foi a principal ferramenta na destruição da carreira e da imagem de Wilson Simonal, conforme entrevistas dos próprios jornalistas em documentário recente sobre o cantor?
E só pra encerrar, lembro que Millor Fernandes, igualmente do Pasquim e igualmente perseguido e que ficou preso pelos mesmos dois meses, recusou-se a pedir a indenização, porque segundo ele, sua luta contra a ditadura foi movida por seu ideal e não fazer uma poupança para o futuro.
Existem centenas de casos de profissionais que perderam o emprego e não conseguiam colocação alguma. Outros como meu tio-avô, foram presos unicamente porque contribuiam financeiramente para o partido comunista, e muitos simplesmente desapareçeram. É correto e justo que o estado indenize aqueles que foram prejudicados por regimes de excessão ou de força que uma vez no poder, deveriam zelar pela segurança dos cidadãos; mas outra situação bem diferente é daqueles que, embora tenham se posicionado contra a ditadura, nada perderam e no caso ganharam com esse posicionamento.
Se as indenizações são uma obrigação do estado e o estado sustenta seus gastos com dinheiro que se origina obrigatoriamente dos impostos que a população paga, é justo e correto que esses gastos sejam amparados pela lisura e embasados na lei. Logo, qualquer decisão que seja minimamente ao largo dessas duas caracteristicas deve ser revista; e não se trata de "revanchismo" ou coisa similar, mas existem decisões realmente grotescas.
Alguns jornalistas ligados ao Pasquim por exemplo, demonstram isso. Indenizaçõs quase milionárias porque foram presos por cerca de dois meses. Documentários e intrevistas deles, comprovam que não sofreram violência física, e o Pasquim, jornal que manteve-se o tempo todo contra a ditadura usando principalmente o humor, modificou a forma de a notícia ser apresentada. Qual o motivo para indenizações quase milionárias e pensões vitálicias? E se fosse considerado que esse mesmo veiculo noticioso foi a principal ferramenta na destruição da carreira e da imagem de Wilson Simonal, conforme entrevistas dos próprios jornalistas em documentário recente sobre o cantor?
E só pra encerrar, lembro que Millor Fernandes, igualmente do Pasquim e igualmente perseguido e que ficou preso pelos mesmos dois meses, recusou-se a pedir a indenização, porque segundo ele, sua luta contra a ditadura foi movida por seu ideal e não fazer uma poupança para o futuro.
Existem centenas de casos de profissionais que perderam o emprego e não conseguiam colocação alguma. Outros como meu tio-avô, foram presos unicamente porque contribuiam financeiramente para o partido comunista, e muitos simplesmente desapareçeram. É correto e justo que o estado indenize aqueles que foram prejudicados por regimes de excessão ou de força que uma vez no poder, deveriam zelar pela segurança dos cidadãos; mas outra situação bem diferente é daqueles que, embora tenham se posicionado contra a ditadura, nada perderam e no caso ganharam com esse posicionamento.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Quando a religião cavalga a política...
Enquanto o mundo discute o destino de uma iraniana que será morta por ter praticado sexo embora fosse viuva e foi condenada a morte pela lei iraniana baeada na interpretação de líderes religiosos do Alcorão; ocorreu caso semelhante no Afeganistão, no qual uma mulher foi morta com seis tiros após forte espacamento com chicote.
Nesses casos, sempre me ocorre perguntar porque essa lei religiosa pune as mulheres mas não os homens já que para praticar sexo seria preciso um parceiro. Vai ver a lei mulçumana ou a interpretação desta, proibe sexo apenas para as mulheres. Vá entender...
De qualquer forma a questão do post é outra. O governo brasileiro através de seu chanceler afiromou que o destino da iraniana nada muda na relação dos dois paises e que cada pais tem seu código de leis que deve ser respeitado.
Pois é...acho curioso; porque gostaria de ver qual seria a reação dos mesmos se Israel, por exemplo, adicionasse o Deuterônomio à sua constituição democrática e por conta disso obedecesse a vontade divina de então, de tomar posse de Canaã ao fio da espada. Basta olhar o mapa e ver que certos paises e grupos seriam engolidos. Claro, não é preciso nada disso para Israel ser apontado como o moderno demônio encarnado, porque qualquer movimento deste, faz a militância esquerdista bater os pezinhos no chão; mas seria interessante observar a mudança nos argumentos de uns e outros.
De qualquer forma, o Irã e o Afeganistão dão um belo exemplo do que ocorre quando a religião cavalga a política...
Nesses casos, sempre me ocorre perguntar porque essa lei religiosa pune as mulheres mas não os homens já que para praticar sexo seria preciso um parceiro. Vai ver a lei mulçumana ou a interpretação desta, proibe sexo apenas para as mulheres. Vá entender...
De qualquer forma a questão do post é outra. O governo brasileiro através de seu chanceler afiromou que o destino da iraniana nada muda na relação dos dois paises e que cada pais tem seu código de leis que deve ser respeitado.
Pois é...acho curioso; porque gostaria de ver qual seria a reação dos mesmos se Israel, por exemplo, adicionasse o Deuterônomio à sua constituição democrática e por conta disso obedecesse a vontade divina de então, de tomar posse de Canaã ao fio da espada. Basta olhar o mapa e ver que certos paises e grupos seriam engolidos. Claro, não é preciso nada disso para Israel ser apontado como o moderno demônio encarnado, porque qualquer movimento deste, faz a militância esquerdista bater os pezinhos no chão; mas seria interessante observar a mudança nos argumentos de uns e outros.
De qualquer forma, o Irã e o Afeganistão dão um belo exemplo do que ocorre quando a religião cavalga a política...
Atraso em obra encarece conta de energia em R$ 1 bilhão
o valor que o brasileiro economizaria se as termoelétricas que abastecem o Norte do país já estivessem operando com o gás natural do Gasoduto Urucu-Coari-Manaus
O consumidor brasileiro poderia economizar R$ 1 bilhão na conta de luz se as termoelétricas que abastecem o Norte do país já estivessem operando com o gás natural do Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, inaugurado em novembro de 2009. Além do atraso no cronograma de conversão de algumas usinas (de óleo diesel para gás), a rede de distribuição do combustível não está pronta.
A Região Norte pertence ao sistema isolado e não tem intercâmbio de energia com o resto do país. Apesar disso, qualquer mudança na política energética da região afeta o Brasil inteiro. Hoje, todos os consumidores pagam um valor a mais em sua conta de luz para subsidiar o sistema isolado. Na região, a energia que abastece residências, indústrias e comércio vem de térmicas movidas a óleo combustível ou diesel.
Sem a ajuda do resto do país, os cidadãos do Norte não conseguiriam arcar com o custo elevado da energia. Em 2009, a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) paga pelos brasileiros somou R$ 2,4 bilhões. Neste ano, chegará a R$ 4,7 bilhões, por causa de uma mudança feita na legislação, que inclui, além do combustível, a manutenção da usina.
O Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, construído pela Petrobras, pode ser a grande alternativa da região para se livrar dos combustíveis caros e poluentes e, ao mesmo tempo, diminuir o peso do subsídio na conta de energia elétrica. Mas, por enquanto, o empreendimento, de R$ 4,5 bilhões, está à espera de seus principais consumidores: as termoelétricas de Manaus. As usinas com o cronograma atrasado pertencem à Amazonas Energia, do Grupo Eletrobras. São três unidades, com capacidade para mais de 500 megawatts (MW): Aparecida Bloco I, Aparecida Bloco II e Mauá Bloco III.
(Com Agência Estado)
O consumidor brasileiro poderia economizar R$ 1 bilhão na conta de luz se as termoelétricas que abastecem o Norte do país já estivessem operando com o gás natural do Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, inaugurado em novembro de 2009. Além do atraso no cronograma de conversão de algumas usinas (de óleo diesel para gás), a rede de distribuição do combustível não está pronta.
A Região Norte pertence ao sistema isolado e não tem intercâmbio de energia com o resto do país. Apesar disso, qualquer mudança na política energética da região afeta o Brasil inteiro. Hoje, todos os consumidores pagam um valor a mais em sua conta de luz para subsidiar o sistema isolado. Na região, a energia que abastece residências, indústrias e comércio vem de térmicas movidas a óleo combustível ou diesel.
Sem a ajuda do resto do país, os cidadãos do Norte não conseguiriam arcar com o custo elevado da energia. Em 2009, a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) paga pelos brasileiros somou R$ 2,4 bilhões. Neste ano, chegará a R$ 4,7 bilhões, por causa de uma mudança feita na legislação, que inclui, além do combustível, a manutenção da usina.
O Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, construído pela Petrobras, pode ser a grande alternativa da região para se livrar dos combustíveis caros e poluentes e, ao mesmo tempo, diminuir o peso do subsídio na conta de energia elétrica. Mas, por enquanto, o empreendimento, de R$ 4,5 bilhões, está à espera de seus principais consumidores: as termoelétricas de Manaus. As usinas com o cronograma atrasado pertencem à Amazonas Energia, do Grupo Eletrobras. São três unidades, com capacidade para mais de 500 megawatts (MW): Aparecida Bloco I, Aparecida Bloco II e Mauá Bloco III.
(Com Agência Estado)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Lula vai ao Paraguai anunciar começo de obras de rede elétrica prometidas há 1 ano
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje (30) no Paraguai o início da construção de uma rede de distribuição da hidroelétrica conjunta de Itaipu, prometida há pouco mais de um ano ao país vizinho.
Lula se reúne com seu colega uruguaio José Mujica na fronteira entre esses dois países. Será recebido depois pelo governante paraguaio, Fernando Lugo, no aeroporto Silvio Pettirossi, próximo a Assunção, onde os dois fazem a primeira reunião.
Os líderes irão então para a localidade de Villa Hayes, a 60 quilômetros da capital, para iniciar as obras da subestação de uma linha de transmissão de 500 quilowatts que unirá Assunção com Itaipu, 330 quilômetros ao leste da capital paraguaia.
Essa obra faz parte de um acordo bilateral de 31 pontos assinado pelos dois chefes de Estado no dia 25 de julho de 2009 em Assunção, no qual o Brasil se comprometeu a triplicar os US$ 120 milhões que atualmente o Paraguai recebe pela venda de seu excedente de energia proveniente de Itaipu.
O cabo elétrico, cujo custo chega a US$ 400 milhões, foi apresentado como uma contribuição do Brasil, mas este ano se esclareceu que será solvido pelo Fundo de Convergências Estruturais (Focem) do Mercosul, que os dois países integram com a Argentina e o Uruguai.
O Brasil é o maior doador do Focem e o projeto referido a essa obra deve ser aprovado na cúpula presidencial do Mercosul, que será realizada nos dias 2 e 3 de agosto na província argentina de San Juan, segundo as autoridades paraguaias.
A mudança da fonte de financiamento da obra, que potencializará o sistema elétrico paraguaio, que entra em crise todos os verões, gerou críticas da oposição que o considera uma falta de cumprimento do Brasil às demandas paraguaias em Itaipu, bandeira de campanha de Lugo dois anos atrás.
Outros pontos do pacto, como a triplicação das compensações que o Paraguai recebe pela cessão ao Brasil de sua parte da energia que não consome em Itaipu, estão sujeitos à aprovação no Congresso.
O acordo inclui a possibilidade de que o Paraguai venda por sua conta o excedente no sistema elétrico do país vizinho e prevê, além disso, a construção, com financiamento do Brasil, de uma segunda ponte sobre o Rio Paraná, fronteira natural entre os dois países.
Este cruzamento fronteiriço permitirá a descompressão do tráfico de pessoas e de mercadorias através da Ponte da Amizade, que une a paraguaia Ciudad del Este com Foz do Iguaçu, no Paraná, e onde também converge a fronteira com a Argentina.
A estadia de Lula no Paraguai também será aproveitada para participar de um ato vinculado à construção de uma fábrica de concreto que a empresa brasileira Camargo Correa empreende nessa região, associada a investidores paraguaios.
Fonte= Do UOL Notícias com agências internacionais
Lula se reúne com seu colega uruguaio José Mujica na fronteira entre esses dois países. Será recebido depois pelo governante paraguaio, Fernando Lugo, no aeroporto Silvio Pettirossi, próximo a Assunção, onde os dois fazem a primeira reunião.
Os líderes irão então para a localidade de Villa Hayes, a 60 quilômetros da capital, para iniciar as obras da subestação de uma linha de transmissão de 500 quilowatts que unirá Assunção com Itaipu, 330 quilômetros ao leste da capital paraguaia.
Essa obra faz parte de um acordo bilateral de 31 pontos assinado pelos dois chefes de Estado no dia 25 de julho de 2009 em Assunção, no qual o Brasil se comprometeu a triplicar os US$ 120 milhões que atualmente o Paraguai recebe pela venda de seu excedente de energia proveniente de Itaipu.
O cabo elétrico, cujo custo chega a US$ 400 milhões, foi apresentado como uma contribuição do Brasil, mas este ano se esclareceu que será solvido pelo Fundo de Convergências Estruturais (Focem) do Mercosul, que os dois países integram com a Argentina e o Uruguai.
O Brasil é o maior doador do Focem e o projeto referido a essa obra deve ser aprovado na cúpula presidencial do Mercosul, que será realizada nos dias 2 e 3 de agosto na província argentina de San Juan, segundo as autoridades paraguaias.
A mudança da fonte de financiamento da obra, que potencializará o sistema elétrico paraguaio, que entra em crise todos os verões, gerou críticas da oposição que o considera uma falta de cumprimento do Brasil às demandas paraguaias em Itaipu, bandeira de campanha de Lugo dois anos atrás.
Outros pontos do pacto, como a triplicação das compensações que o Paraguai recebe pela cessão ao Brasil de sua parte da energia que não consome em Itaipu, estão sujeitos à aprovação no Congresso.
O acordo inclui a possibilidade de que o Paraguai venda por sua conta o excedente no sistema elétrico do país vizinho e prevê, além disso, a construção, com financiamento do Brasil, de uma segunda ponte sobre o Rio Paraná, fronteira natural entre os dois países.
Este cruzamento fronteiriço permitirá a descompressão do tráfico de pessoas e de mercadorias através da Ponte da Amizade, que une a paraguaia Ciudad del Este com Foz do Iguaçu, no Paraná, e onde também converge a fronteira com a Argentina.
A estadia de Lula no Paraguai também será aproveitada para participar de um ato vinculado à construção de uma fábrica de concreto que a empresa brasileira Camargo Correa empreende nessa região, associada a investidores paraguaios.
Fonte= Do UOL Notícias com agências internacionais
terça-feira, 27 de julho de 2010
FARC's, Venezuela e os chiliques de sempre
O atual líder venezuelano, mais conhecido pelos seus dotes histrionicos do que pela capacidade de governar; tem uma velha estratégia bem ao gosto do populismo sul-americano que é a necessidade de sempre estar em evidência embora essa necessidade muitas das vezes se choque com a lógica.
Mais recentemente, a Colombia acusou o governo da Venezuela de ser omisa em relação as FARCs e que essas possuem bases em seu território. Até aí, venhamos e convenhamos que pouco tempo atrás armas venezuelanas foram encontradas com as FARCs e antes disso, Chaves em um de seus, como chamarei, discursos; identificou as FARCs como bolivarianas, ou em outras palavras, compartilhavam o mesmo código de pensamento.
Assim, qual a surpresa de saber ou ser apontado que esse grupo criminoso possui bases em território venezuelano que vezes sem conta apontou simpatia pelos criminosos ao passo que sempre tratou como adversário o estado e o governo colombiano?
O que é curioso na verdade é a reação do governante venezuelano como se fosse uma donzela inocente diante de um galanteador cafajeste. Se a acusação é falsa, bastaria demonstrar que é assim e no entanto, finge um desagrado como se fosse uma ofensa dar apoio as FARCs que anteriormente receberam todas as loas.
De fato, o que ocorre é que Chaves precisa da imagem de eterno perseguido para manter seu projeto socialista que na verdade nada tem de socialista por muito ter de fascista (suas milicias a lá SA e SS; um empresariado criado a partir do grupo próximo de amigos e aliados, investimentos extraordinários em armas, culto a personalidade, re-escrita da história, censura a jornais quando se declaram em oposição, controle do judiciário e do legislativo pelo executivo, solapamento das instituições com orgãos paralelos similares aos solapados, etc).
Basta uma comparação do discurso de chaves e de Fidel por exemplo, ou dele com Hitler. Troque a eterna acusaçào contra judeus pela acusação perene de chaves contra os EUA, seguindo a receita de Fidel.
As eternas acusações de tentativa de assassinato que vez e outra ele torna pública; a comum tentativa de se ismicuir na politica de outros paises ao redor e por ai vai.
E no fundo quais são os fatos que a turma faz questão de esquecer? Que as FARC's antes de serem um projeto político de tomada do poder, são um grupo criminoso que faz do tráfico de drogas fonte de lucro. Da mesma forma, embora guardadas as proporções; os chefes do tráfico tomam nos morros cariocas a presença do estado e tem sempre alguem a fazer a leitura do vitimismo desses criminosos; da mesma forma, as FARC's se aproveitaram da ausência de estado para ocupar esse espaço e o objetivo, obviamente de seus líderes, ganho financeiro com o tráfico de drogas em suas áreas ocupadas.
Se fosse um mero projeto político, a muito tempo teriam deposto armas, tornando-se um partido politico e tentando ocupar o poder pelo voto. Mas como o interesse é o dinheiro e o chamado dinheiro fácil, posto ser ilícito; se mantem a aura de "guerrilheiros" porque afinal, essa imagem é "boa para os negócios".
Para Chaves seria fácil resolver a questão e se colocar como líder moral da América do Sul, bastando que renunciasse a essas bobagens de bolivarianismo no continente, declarasse publicamente que não apoia as FARC's e mais do isso, colocando suas forças armadas que ele diz serem altamente capazes a serviço da Colombia e acabando com as FARC's. Com isso não haveria mais necessidade de bases americanas na Colombia não é mesmo?
Ocorre que fazendo assim, acaba-se com inimigo imaginário criado pelo governante venezuelano e sobraria apenas e tão somente a sua propria realidade; de um populista nos moldes fscistas que usa os chamados ideais de esquerda para eternizar-se no poder.
Só isso!
Mais recentemente, a Colombia acusou o governo da Venezuela de ser omisa em relação as FARCs e que essas possuem bases em seu território. Até aí, venhamos e convenhamos que pouco tempo atrás armas venezuelanas foram encontradas com as FARCs e antes disso, Chaves em um de seus, como chamarei, discursos; identificou as FARCs como bolivarianas, ou em outras palavras, compartilhavam o mesmo código de pensamento.
Assim, qual a surpresa de saber ou ser apontado que esse grupo criminoso possui bases em território venezuelano que vezes sem conta apontou simpatia pelos criminosos ao passo que sempre tratou como adversário o estado e o governo colombiano?
O que é curioso na verdade é a reação do governante venezuelano como se fosse uma donzela inocente diante de um galanteador cafajeste. Se a acusação é falsa, bastaria demonstrar que é assim e no entanto, finge um desagrado como se fosse uma ofensa dar apoio as FARCs que anteriormente receberam todas as loas.
De fato, o que ocorre é que Chaves precisa da imagem de eterno perseguido para manter seu projeto socialista que na verdade nada tem de socialista por muito ter de fascista (suas milicias a lá SA e SS; um empresariado criado a partir do grupo próximo de amigos e aliados, investimentos extraordinários em armas, culto a personalidade, re-escrita da história, censura a jornais quando se declaram em oposição, controle do judiciário e do legislativo pelo executivo, solapamento das instituições com orgãos paralelos similares aos solapados, etc).
Basta uma comparação do discurso de chaves e de Fidel por exemplo, ou dele com Hitler. Troque a eterna acusaçào contra judeus pela acusação perene de chaves contra os EUA, seguindo a receita de Fidel.
As eternas acusações de tentativa de assassinato que vez e outra ele torna pública; a comum tentativa de se ismicuir na politica de outros paises ao redor e por ai vai.
E no fundo quais são os fatos que a turma faz questão de esquecer? Que as FARC's antes de serem um projeto político de tomada do poder, são um grupo criminoso que faz do tráfico de drogas fonte de lucro. Da mesma forma, embora guardadas as proporções; os chefes do tráfico tomam nos morros cariocas a presença do estado e tem sempre alguem a fazer a leitura do vitimismo desses criminosos; da mesma forma, as FARC's se aproveitaram da ausência de estado para ocupar esse espaço e o objetivo, obviamente de seus líderes, ganho financeiro com o tráfico de drogas em suas áreas ocupadas.
Se fosse um mero projeto político, a muito tempo teriam deposto armas, tornando-se um partido politico e tentando ocupar o poder pelo voto. Mas como o interesse é o dinheiro e o chamado dinheiro fácil, posto ser ilícito; se mantem a aura de "guerrilheiros" porque afinal, essa imagem é "boa para os negócios".
Para Chaves seria fácil resolver a questão e se colocar como líder moral da América do Sul, bastando que renunciasse a essas bobagens de bolivarianismo no continente, declarasse publicamente que não apoia as FARC's e mais do isso, colocando suas forças armadas que ele diz serem altamente capazes a serviço da Colombia e acabando com as FARC's. Com isso não haveria mais necessidade de bases americanas na Colombia não é mesmo?
Ocorre que fazendo assim, acaba-se com inimigo imaginário criado pelo governante venezuelano e sobraria apenas e tão somente a sua propria realidade; de um populista nos moldes fscistas que usa os chamados ideais de esquerda para eternizar-se no poder.
Só isso!
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